CONFIRA A ENTREVISTA COM PEBA!

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2 de fev de 2010

Citações Bravas e Quartas Dançantes

Minha gente... quanto tempo sem postar.
Certamente, o ritmo e performatividade da escrita já se foram!

Apois escutem/leiam!

Esse post é mais para falar das atualidades, sobretudo a BRavo e o Quarta que Dança.
Bom, primeiramente, falemos daquilo que foi menos polêmico. Fomos aprovados em duas categorias no Quarta que Dança - 2009/10: Obras de uma carta anônima (2005-2006)- Cat. Espetáculo; e Aglomerado (2008) - Cat. Intervenção Urbana.Um luxo, diríamos. rs
Mas muito trabalho também,principalmente na Remontagem de Obras de uma carta anônima. Obras foi nosso primeiro espetáculo que se iniciou em processo 2005 e remontá-lo agora em 2010 faz parte dos nossos planos para a comemoração aos 5 anos do Grupo CoMteMpu's. Da mesma forma Aglomerado fará parte das comemorações tbm.


Ninguém sabe ao certo como será essa tal "comemoração" não. Ainda estamos captando recursos para. As coisas vão depender de grana (como tudo, né?) e nós não inscrevemos nenhum projeto até então. Não inscrevemos montagem, nem circulação, nem nada... td depende agora do que está por vir.

[rai ai...]

Pois bem. A outra coisa inesperada nesse início de no foi a rápida citação na revista Bravo! de Janeiro de 2010, na matéria Muito além da Capoeira, por André Albert*. O Grupo CoMteMpu's e o Quintanda** foram citados como "grupos promissores da atualidade". Veja bem, não sabemos muito o que o autor da matéria quis dizer com essa citação. Tipo: Estamos para emergir? Prometemos o devir? Ou era simplesmente uma citação a cena clássica das garotas do fantástico saindo da água anunciando o novo?

Brincadeiras a parte, a matéria causou reviras aqui em Salvador.

Vejam bem. Primeiro é preciso esclarecer dados sobre o próprio CoMteMpu's que foi citado como uma revelação do Painel Performático da Escola de Dança da UFBA. Sim, nós fizemos muitos Painéis da UFBA, mas é meio presunçoso achar que o Painel nos "revelou". Até porque esse termo "revelar" é meio confuso. Revelar em que sentido? Foi o primeiro a nos apoiar, receber, etc?

Se foi o primeiro ou não, isso não importa, mas vamos esclarecer que antes do CoMteMpu's se apresentar no Painel ele já existia enquanto grupo, com ensaios regulares e já tinha sido contemplado pela convocatória do Programa de Incentivo as Artes Cênicas, uma espécie de edital do Ponto de Cultura da UNE, subsidiado pelo MinC. Tal programa nos deu suporte para montagem do espetáculo "Obras de uma carta anônima" (2005-2006). Nesse período deslocamos parte de nossas investigações internas para o Painel, com a coreografia "TRECHO (2005)", que não só foi apresentado no Painel daquele ano como também foi realizado em outros eventos da UFBA que aconteciam naquele momento. Teve um memorável, que foi em Biologia, durante uma festa cheia de bandas, gente alegre e bêbada. O chão sujo, cheio de cerveja derramada e várias latinhas. Antes da apresentação da coreografia ainda limpamos tudinho (ou o máximo que pudemos, veja bem...rs). No fim, aplausos, cumprimentos e até análises críticas. Teve gente até fazendo referência ao trabalho de Lia Rodrigues (RJ). Ah! Dado/lembrança importante: Esse evento de Biologia foi o primeiro evento a nos pagar um cachê. Foi R$300 o qual juntamos para fazer nosso figurino do espetáculo.

SALVE o MILAGRE DE CAROL DINIZ (nossa figurinista desde o iniciozinho) !!!!!!!

Ainda nesse período, com o apoio da Fundação Gregório de Mattos, o CoMteMpu's estreiou no palco do Teatro Gregório de Mattos em março de 2006 a primeira versão de "Obras de uma carta anônima...". Meses depois, estavamos no palco do memorável Tabuleiro da Dança***, onde a obra foi super bem acolhida e recebida pelos então organizadores Matias Santiago, Anderson Rodrigo e Jorge Silva - os quais, nem evento nem organizadores, infelizmente, foram citados pelo descuidadoso jornalista.

Ou seja, esses dados, que estão todos documentados, mostram que realmente fica difícil dar ao Painel o título de revelador do CoMteMpu's. O nosso início contou com o apoio de muitos eventos, instituições e amigos - sim, amigos principalmente. Inclusive nossa "milagrora" (existe isso?) Carol Diniz, com sua arte de multiplicação de dinheiro para figurino (seria ela uma reveladora-mágica do CoMteMpu's?). Dentre esses amigos, a Escola de Dança da UFBA ocupa um lugar muito especial na nossa caminhada. Toda a Escola e seu corpus (discentes, docentes, funcionários e comunidade).

Outro dado memorável e engraçado sobre essas nossas primeiras aparições públicas é que a participação nossa no Painel foi num horário beeem complicado. Nós nos apresentamos dia 10 de dezembro de 2005 (um sábado), depois das 23:30h. Era o último dia do Painel, a penúltima apresentação do evento. Tinham pouquíssimas pessoas nos assistindo, só os resistentes ou os extra-vips-cult que aguardavam a festa organizada pelo D.A. - que bombava naquela época. Veja bem...

Mas claro, o Painel sempre foi um espaço muito querido do CoMteMpu's. Por um grande respeito à Escola de Dança da UFBA, sobretudo ao seu apoio sempre nos dado, o CoMteMpu's tem se apresentado em quase todas as edições do Painel, desde 2005 para cá, com coreografias, realização de performances, intervenções, instalações, exibição de videos, etc. Contribuição mútua e contínua, diríamos. Talvez sim por isso até existam fortes vínculos entre Painel e nossa História, mas essa citação de "revelados pelo Painel" é meio complicada devido a superficialidade que foram colocados as informações.

Sabemos que esses dados são muito específicos. Talvez o jornalista necessitasse de um pouco mais de informação para compor sua matéria. Talvez uma pesquisa mais aprofundada. Ouvir mais pessoas, inclusive aos próprios grupos citados... Isso requer tempo, e aquela máxima super funciona: tempo é dinheiro! Ficaria custoso pra produção da revista, sei lá. Mas precisamos deixar claro o que realmente acontece e aconteceu, porque essas coisas tornam-se documentos, historicizam épocas, e agora, vejam só, nós somos aqueles que foram revelados pelo Painel e os que prometem (o quê, hein minha gente?). Somente isso(.)(!)(?)

Ai a informação fica um pouco superficial.

Principalmente se pensarmos que a Bravo! é de circulação nacional. As pessoas de outras cidades não tem idéia que diabos é esse Painel, nem quem somos nós. Quanto ao Painel Performático fica parecendo que é um evento de amplitude estadual que revela grupos e artistas ao mercado ou ao cenário da Dança. Veja bem, até foi/é as vezes. Outras vezes o Painel foi/é só uma mostra interna da Universidade. Alunos mostrando seus trabalhos para alunos, professores e alguns amigos e familiares que apareceram por lá. Já houve sim grandes Painéis, alguns apresentados até em praça pública. Houveram momentos já que a programação/estrutura não suportou a quantidade de apresentações e público, mas foram momentos bem localizados e o público sim sempre esteve em sua maioria ligado a Escola de Dança da UFBA e seus arredores. Mas não totalmente. Até mesmo a própria Escola de Dança não participa em peso do Painel. Muitos professores e alunos sequer aparecem durante a programação, quem dirá os críticos da cidade, jornais etc.

O Painel tem sua importância sim na Historiografia da dança em Salvador. Mas ele é um evento localizado, suas reverberações são imensuráveis (como tudo) e isso precisa ficar claro tbm. E quanto a nós, CoMteMpu's, é preciso ficar claro que não somos um grupo localizado na Escola de Dança. Nos encontramos lá e nossa história se mistura a Escola, mas, desde o princípio do grupo, o CoMteMpu's habitou em vários outros lugares e eventos, muitas vezes produzindo mais fora que dentro da Escola. O que sempre foi muito comum durante o período de graduação é que todo o nosso trabalho fora da sala de aula sempre foi levado para dentro das paredes do curso. Como estratégia de sobrevivência nós nos enfiavamos em tudo, desde trabalhos de fim de disciplina, passando por PIBIC, até TCC. Essa era uma maneira encontrada para conseguirmos espaço para prosseguir construindo nossa Zezolândia. E a Escola era o lugar pq era onde nos víamos quase que 24h, entre ensaios, aulas, encontros casuais e, principalmente, por ser um espaço público. Deveria ser mais aberto, mas tem sim um grau de abertura.

Agora, a idéia de revelação de uma atualidade que está por vir, atribuida ao CoMteMpu's e ao Quitanda, é um pouco demais ainda mais aprisionando isso ao Painel de forma tão superficial. Talvez tenha ocorrido uma preciptação da matéria em citar muitos nomes e instituições, mas faltou aprofundar as informações para que não criemos dados históricos levianamente.

Esses dados citados aqui sobre o CoMteMpu's são o de menos. Claro que nessa postagem estamos focando na nossa sardinha pq esse blog ta dentro da nossa casa, mas houveram outros equívocos na reportagem super complicados.

Primeiramente o título "MUITO ALÉM DA CAPOEIRA". Como vários outros artistas já se posicionaram em seus blogs, listas de emails, etc., esse título é de extremo mau-gosto que denota extrema ignorância e pré-conceito às nossas tradições, que nunca foram congeladas num marco. "Muito Além" ainda soa como uma suposta denotação de "progresso" do estado de província ao estado de cosmopolita, baseado nos moldes de SP e RIO, onde a Bravo! dedica a maior parte de seu editorial. A Dança na Bahia pode ainda está dentro da Capoeira de maneira extremamente crítica, coerente, criativa, e entre tantos outros adjetivos que poderíamos citar aqui e isso ainda assim não estaria além nem aquém a Capoeira.

Outro equívoco da revista está na titulação do espetáculo "A Mulher-gorila" ao mais recente espetáculo do grupo Dimenti. Sim, atualmente o Dimenti está mantendo o espétáculo e já circulou por alguns estados brasileiros e participou do MOve Berlim 2009 (Alemanha). Mas não esqueçamos que esse espetáculo foi uma montagem subsidiada pelo Ateliê de Coreógrafos Brasileiros Ano V, em 2006, que contou com uma equipe de 10 intérpretes-criadores, entre eles 2 do Dimenti, naquele momento. Sendo assim, como poderia ser a mais recente coreografia do Dimenti? O Ateliê, festival de grande repercursão nacional e internacional, que durante cinco anos foi organizado pela EP Produções Culturais em Salvador, e que em 2006 deu todo suporte montagem do espetáculo, ficaria de fora dessa história?

De fato a coreografia é de Jorge Alencar (diretor e fundador do Dimenti), que decidiu continuar com o projeto com os integrantes do Dimenti, mas, vejam bem, esses outros dados não podem ser omitidos assim. Além de criar um nebuloso currículo ao Dimenti ainda apaga a existencia do Ateliê de Coreógrafos e sua extrema importância no cenário da Dança soteropolitana. Sem contar os outros intérpretes-criadores que contribuiram na criação da obra e hoje não dançam no repertório do Dimenti.

Esse foi mais um dado equivocado da revista e que poderia ter sido rapidamente solucionado. Bastava dizer: "espetáculo inicialmente realizado pelo projeto Ateliê de Coreárafos Brasileiros Ano V, em 2006, e que, atualmente, integra o repertório do grupo Dimenti". Ai lá em baixo ele puxava uma notinha de rodapé e esclarecia mais sobre o Ateliê. Ou nem fazia notinha. Podiam ter dedicado um paragrafozinho a mais no texto sobre o evento.

Além dessa falta de atenção ao Ateliê, outros nomes foram esquecidos e que contribuem muito na produção, pesquisa e criação de Dança em Salvador. Tem alguns delicados que precisam ser esclarecidos, como a negação da existência de outro programa de Pós-graduação que desenvolva linhas de pesquisa voltadas a Dança. Ai vem aquele velha guerra entre o PPGAC e PPGDan (ambos UFBA). Essa guerra não ajuda em nada, mas existe. E sim, temos outro programa no estado de extrema relevância para os orgãos de pesquisa desse país, que é o PPGAC-UFBA, nota 6 na CAPES, com quase 15anos de história.

Na área artística ainda faltaram nomes como Jorge Silva, Perene, Balé Jovem, Matias Santiago, Grupo Viladança, a solista Verônica de Moraes****, o memorável Grupo Experimental de Lia Robatto, entre tantos outros que compõem o nosso legado e que mantêm ou mantiveram suas investigações continuadas por anos. Porém, precisamos reconhecer também que seria impossível citar a todos numa reportagem, claro. Entretanto o recorte da revista poderia ter ficado mais claro. Assumir o recorte, nem que fosse dizendo de onde tiraram os nomes citados. Sei lá... essa parte é meio difícil, mesmo.

Acho que no meio disso tudo, o mais legal foi ver a reação da classe em Salvador. Recebemos emails de todo canto falando sobre a matéria. Pessoas se manifestaram nos seus veículos de comunicação e trouxeram a questão para o debate não só em Salvador. Tivemos notícias dessa discussão até em Natal (RN). As professoras Eliana Rodrigues e Lúcia Lobato ainda organizaram uma carta, colheram centenas de assinaturas e enviaram a Bravo!. Se a carta será publica ou não, ninguém sabe, mas o importante é todo o movimento gerado até aqui. Isso também compõe nossa história em tempo, e um pesquisador ou jornalista mais atencioso, no futuro, terá uma série de outros documentos que apresentam outras versões sobre nosso legado.

Ficam outras questões: por que gerou-se tudo isso? POr que nos importamos a não ver certos nomes citados?

Ao mesmo tempo que na atualidade nos debatemos para repensar sobre a função da História, a insistência em vê-la enquanto problema, sempre colocando-a em questão, desfazendo mitos e marcos, ainda assim ficamos sentidos quando alguns marcos da história (ou especulações de) não são reconhecidos.

O que seria um marco? Como se forma um?

Imaginemos o inverso: Se todos os outros nomes aqui citados tivessem sido contemplados pela revista, estaríamos nós fazendo a mesma revira?

Vejam bem... muitas outras matérias sobre a Dança em Salvador andaram saindo por ai. Quais nomes constavam nelas? Quem não foi contemplado em que? Qual foi a repercussão?

Difícil, né?
ai deu sono...






* Veja a matéria completa da Bravo aqui

** Quitanda é um grupo formado em 2007, desde então dirigido por Giltanei Amorim. Clica ai ao lado no link do Alemão Chamado Severino que terão mais informações sobre eles.

*** O Tabuleiro da Dança (2006-2007) foi uma grande iniciativa que dava espaço a grupos e artistas independentes da cidade a oportunidade apresentar seus trabalhos no LIceu de Artes e Ofício. Os grupo não pagavam pauta, recebiam material básico de divulgação, tinham apoio técnico na montagem, e ainda recebiam 50% da bilheteria. Os eventos ocorriam uma vez por mês no Teatro do Liceu de Artes e Ofícios, no Pelourinho, com a participação de até dois grupos por noite.

**** Verônica de Moraes inclusive tem o mesmo tempo de pesquisa que nós... enquanto nós estreávmos Trecho, ela se preparava na cochia para encerrar a ultima apresentação da noite do Painel. Com esse trabalho Verônica circulou por vários festivais nacionais e ainda ganhou um dos principais prêmios de pesquisa em Dança contemporânea do país, o Rumos Dança - Itau Cultural)

2 comentários:

Quitanda disse...

Então...

Concordo com a fragilidade da matéria e fico me perguntando se esta não reverberou, aqui na Bahia, como um Oscar de premiação e reconhecimento de alguns trabalhos de artistas baianos.
A priori, a matéria me pareceu um levantamento raso do que está sendo produzido hoje na Bahia, ou melhor, em Salvador, visto que os artistas dos interiores quase não foram citados.
Não entrarei nas discussões referentes à matéria de Dança, especificamente. Acho que o edição especial da Bravo foi completamente frágil, independente da linguagem que estavam citando. Exemplo da matéria sobre teatro que coloca autores como Claudio Simões ou a Claudinha Barral como novos dramaturgos. Claudio Simões já escrevia texto a mais de 10 anos e Claudinha Barral não é mais uma iniciante desbravando o caminho ainda desconhecido da Dramaturgia, não! A danada é competende e com toda sua jovialidade já tem bons textos escritos e montados a um certo tempo. Onde ficou Paula Lice com seu primeiro e bem recebido texto dramatúrgico Miúda? Onde ficaram os meninos que recentemente produziram Quatro Cravos para Exú?
Não dou tanta atenção para as cartas que circularam pela internet sobre a matéria de Dança porque acredito que o buraco é mais embaixo, centrado numa tensão entre PPGAC e PPGDança, e concordo com Sérgio quando ele diz que essa tensão entre os dois Programas de Pós Graduação não contribuem em nada.
Acho que a única solução seria uma revista criada na Bahia que estivesse acompanhando day a day a produção artística local.
E quanto ao título da matéria, "Além da Capoeira", não me parece uma ofensa, me parece uma possibilidade de pensar em produção artística que não esteja focada apenas nos slogans que vendem a Bahia pelo mundo a fora. Poderia ser além do acarajé, além do axé, além do carnaval, além do candomblé, além de Caetano Veloso, além de um monte de coisa que quando se pensa na Bahia vem logo a cabeça.
É isso! Por enquanto minhas contribuições ficam por aqui.

Bjs, Bahia!

sRG disse...

Oi Gil.
primeiro, obrigado pelas contribuições. De fato não foi somente a seção de Dança que estava com falhas. Toda revista... alias, eu acho que todas as revistas são assim mesmo, cheias de falhas e equívocos. Acontece que como, geralmente, o editorial é todo RJ e SP não temos como perceber. Quando falam daqui do nosso lado sentimos a dissonância. O mesmo acontece com a imprensa local, que quando abre a boca pra falar de Dança, cultura etc cometem barbaries. Todo mundo vê, mas nem todo mundo tem a caneta na mão ou a mão que segura a caneta.
Agora sobre o "muito além" ainda acho que soa preconceituoso sim. E seria preconceituoso com qualquer um desses: de Caetano ao acarajé, "muito além" busca titular os novos promissores. Como se algo foi superado, entende? Sendo que para nós isso nunca foi um conflito ou exótico. Nem mesmo estereótipo. Eu subo a ladeira daqui de casa e como o melhor acarajé de Salvador! E não é o da Dinha nem o da Sira,veja bem. Rs
De qualquer forma, "muito além" vai sempre buscar ou apresentar uma superação, como se nós tivessemos fincados e congelados numa coisa e agora, finalmente, estamos além dela. Mito.

Mas é isso... pensemos sobre. Discussão boa.
abraço.