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24 de nov de 2011

Des-internas conversas sobre a ZeZOU v.2

Estamos já nos preparando para a próxima ZeZOU que terá a participação de Clara Domingas e será realizada de 17 a 21 de Dezembro no bairro de Itapoã (ou Itapuan ou Itapuã). A questão da distância geográfica é um grande problema motivador e desestruturante dessa nova ZeZOU...
Logo no início do mês quando decidimos o lugar com Clara, conversa vai e vem, Victor puxou questões porque não participou do processo de escolha da zona e daí surgiu a ideia do post.

Ou deveria ter sido um post (bem) elaborado justificando a escolha de Itapoan. Contudo achei que seria divertido deixar desse jeito cru... com alguns pequenos ajustes vamos jogar o privado no público:

  • 6 de Novembro às 23:24 ·

  • Victor Hugo Deixa eu flar uma coisa, eu danço dia 19 e 20, deve ter algum dia que choque com essa passagem de palco, pois tinha marcado na minha agenda a data anterior. E Mais uma dúvida: os locais da Zezou são escolhidos como? Pq eu nem soube sobre Itapuã, apesar de adorar, mas como posso ter que faltar algum dia, não iria preferir essa área para agora...
    6 de Novembro às 23:27 ·

  • Sergio Andrade Victor
    os locais em primeira mão são sugeridos/acordados pelo/com convidado. A ZeZOU é um evento na rua que quer mapear diferentes zonas da cidade. Também a justificativa do projeto também se vale de que não pretendemos concentrar nossas ações no centro histórico de Salvador, berço da espetacularização de todas as ações urbanas do governo. Como foi com Tiago, a ideia do bairro surge também da necessidade de ir atrás de outras Zonas não tão exploradas em Salvador.
    Em geral as ações de intervenção são ali no eixo campo grande - orla... dai por isso fomos primeiro no comércio (que apesar de centro ninguém dá os olhos) e agora estamos indo para itapoã (tbm terra pouco habitada pelos projetos artísticos).
    Para além dessa questão de difusão geográfica da produção artística soteropolitana, há um fator que Clara levantou que tem pertubado ela quanto a Itapoã que é justamente a distância... ela disse que isso sempre a acompanhou e ela sempre detestou esse fator imperativo que se faz com o bairro - lugar onde mora os pais dela e que apesar disso ela evita em ir justamente pelo deslocamento.
    Como Clara retornou do México há pouco tempo, tem se visto obrigada a ir muitas vezes em itapoã para casa dos pais... e essa percepção se amplificou. Conversamos sobre isso por skype e vimos que justamente esse mote poderia ser desenvolvido com a ZeZOU. O distanciamento de itapoã que ao mesmo tempo traz atravessamentos autobiográficos (no caso de Clara e nossos tbm) quanto atravessamentos culturais e urbanos (a presença dos malés, o próprio nome, a cultura pesqueira, a situação marginal frente as políticas de desenvolvimento urbano da cidade... tudo isso pode ser referências para nossa ocupação, mesmo que timidamente)
    Por fim, um último motivo de força de lei foi o tempo... precisávamos escolher logo o bairro para enviar a divulgação para FUNCEB, que para sair na agenda de dezembro o prazo era até hoje 06 de novembro. Esse assujeitamento da lei nos fez perceber que itapoã, por todos os motivos já descritos acima, seria um excelente lugar, pelo menos naquela hora, na imediato da conversa, bem pensado.

    6 de Novembro às 23:46 ·

  • Victor Hugo Arrasou!
    6 de Novembro às 23:50 ·

  • Sergio Andrade ah! força de lei = aquele assujeitamente que se faz anterior a qualquer noção ou desejo de liberdade, autonomia, escolha, ou cálculo do sujeito. Ou seja, as normas, os prazos, e todas as incursões que, para nós, também poderiam ser traduzidas pela força do andamento do projeto frente a funceb, secult, etc...
    6 de Novembro às 23:50 ·

  • Iara Sales ne?
    6 de Novembro às 23:50 ·

  • Iara Sales o gatinho escreveu um projeto, so pra lhe responderVictor Hugo
    6 de Novembro às 23:51 ·

  • Iara Sales rsrsrs
    6 de Novembro às 23:51 ·

  • Victor Hugo Fiquei até timido agora...
    6 de Novembro às 23:52 · · 1

  • Sergio Andrade não fique, meu bem... é até bom porque esclarecemos coisas e podemos com isso criar um novo post no blog, falando da escolha de Itapoã. Porém, por hora, quero ir ali embaixo tentar providenciar algo para comer, já que minha geladeira está vazia e desde 10h da manhã que escrevo. Só parei para almoçar, mas já acabaram os nutrientes de reserva. rs
    6 de Novembro às 23:54 · · 2

  • Gatha Prem auhuiahuhauhaiuaiuh
    cs sao malucos! o bom de sergio eh q td se transforma numa dissertaçao num simples piscar de olhos. singelo vc.

    6 de Novembro às 23:57 · · 3

  • Sergio Andrade hehehehe... e se eu contar a vocês que estava estudando a história do balé clássico: do renascimento até o neoclassicismo, tudo faz sentido? rs
    7 de Novembro às 00:15 · · 1

  • Gatha Prem nossa, agora sim!!! td faz mais sentido
    ¬¬
    rsrs

    7 de Novembro às 00:24 ·

  • Victor Hugo Jesus!
    7 de Novembro às 23:19 ·

  • Natália Mattos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk aff
    8 de Novembro às 12:27 ·

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